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Um momento de desacelerar e se reinventar!
| Foto: Agência Fotosite
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Para quem está acostumado a acompanhar minha coluna aqui no site, já deve ter percebido que minhas editorias são sempre repletas de imagens, afinal, eu falo sobre as tendências. Porém, em um momento como este minha mensagem será um pouco atípica sem imagens, mas com um apanhado geral do que está acontecendo no mercado de moda em relação ao COVID -19.

Em entrevista para Dezeen, Li Edelkoort, especialista Holandesa em previsão de tendências de comportamento e consumo, falou sobre o Coronavirus e o impacto cultural e econômico que deixará em nossas vidas e no mundo inteiro.

A pesquisadora comparou este momento de recolhimento, mesmo que em proporções diferentes em cada país, como um momento essencial para desacelerarmos, revermos nossos valores e crucial para a construção de um mundo alternativo e diferente.

"Parece que estamos entrando maciçamente em uma quarentena de consumo, onde aprenderemos a ser felizes de outras formas. Habilidades de improvisação e criatividade se tornarão os ativos mais altos.” disse ela.

Após o cancelamento de grandes eventos ao redor do mundo, como o Salão do Móvel de Milão, um dos mais importantes do setor de Design, festivais como SXSW, Coachella e desfiles de grandes grifes internacionais como Prada, Gucci, Chanel, Ralph Lauren e Giorgio Armani que transmitiu online o seu desfile na Semana de Moda de Milão, foi a vez do Brasil também tomar algumas decisões preventivas para garantir a segurança e preservar a saúde e o bem estar de todos.

Um dos primeiros cancelamentos relacionados aos grandes eventos de moda deste primeiro semestre, foi a edição 49 do SPFW que aconteceria em abril, seguido de grandes feiras de negócios como Vista Fair, Agreste Tex, Minas Trend, entre outros registros que vamos recebendo diariamente.

Veja abaixo algumas iniciativas de grandes grupos e marcas em prol da cura do Coronavírus:
A LVMH liberou suas instalações que produzem fragrâncias e cosméticos para Christian Dior, Guerlain e Givenchy, para produzirem álcool gel que será entregue gratuitamente às autoridades de saúde e hospitais franceses.

Outras griffes como PRADA, BVLGARI, Kering, Giorgio Armani e Versace também fizeram doações consideráveis tanto para os hospitais de Milão e Roma quanto para a Sociedade da Cruz Vermelha da China.

Fato é que todos estes acontecimentos e as incertezas que ainda estamos enfrentando aqui no Brasil, afetarão de alguma forma as relações de negócios na indústria da moda. Este é realmente um momento de grandes mudanças, talvez as mudanças mais esperadas durante os últimos anos, tanto em relação a nós como consumidores, quanto ao mercado de moda como um todo.

As marcas precisarão repensar seus modelos de negócios, serem mais criativas e encontrar novas formas de se comunicar e relacionar com seus públicos.

Quanto a nós neste momento vamos fazer a nossa parte em prol do bem de todos e que logo tudo isto se normalize com o menor impacto possível.

Até a próxima.

por Patricia Souza - Bella+ - CP

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