sérgio bannerpsbfasacarsulescritorio chicoalvoradamantei advocaciaCredi Missões eletron fortimobiliaria santa rosaamgsrSIND SERV MUNICIPAISAGRITECampliar assessoria atendimento pscicologicoposto royaleenphase
Esquema de lavagem de dinheiro de facção é alvo
Mais de 102 agentes cumprem ordens judiciais em Porto Alegre, Lajeado, Estrela, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Novo Hamburgo, Campo Bom e Osório | Foto: Polícia Civil / CP
Mais de 102 agentes cumprem ordens judiciais em Porto Alegre, Lajeado, Estrela, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Novo Hamburgo, Campo Bom e Osório | Foto: Polícia Civil / CP
Esquema de lavagem de dinheiro de facção é alvo da Polícia Civil no RS

A Polícia Civil deflagrou no começo da manhã desta terça-feira a operação Astúcia com o objetivo de combater a lavagem de dinheiro realizada por uma organização criminosa com grande poder econômico que atua no Rio Grande do Sul. A ação, coordenada pela Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro (DRLD) do Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos (GIE), ocorre em Porto Alegre, Lajeado, Estrela, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Novo Hamburgo, Campo Bom e Osório. Mais de 120 agentes foram mobilizados.

Titular da DRLD, o delegado Filipe Bringhenti explicou que a intenção é “congelar” o  patrimônio de uma célula da facção criminosa, comandado por um dos líderes, além de ampliar as provas através do esclarecimento da participação de cada investigado. “Ao todo, 120 pessoas físicas e jurídicas têm participação apurada”, revelou. Segundo ele, as investigações já duram um ano e possibilitaram que a Justiça deferisse mais de 200 ordens judiciais. Entre as medidas constritivas patrimoniais deferidas, cerca de R$ 9 milhões foram indisponibilizados entre imóveis e veículos para promover a efetiva descapitalização da organização criminosa.

Conforme o delegado Filipe Bringhenti, o trabalho investigativo identificou ainda a atuação ativa de exploradores do jogo do bicho no financiamento da facção. Houve a constatação do fornecimento de dinheiro para a compra de armas, além da parceria comercial nos estabelecimentos em que o jogo de azar é explorado para que a facção diversificasse seu faturamento. “Aqui, a aparente baixa lesividade dessa atividade deu lugar à atuação em prol do crime organizado faccionado, financiando o incremento do poder bélico dos criminosos investigados”, observou. A investigação, lembrou, teve importante contribuição da Delegacia de Polícia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de Santa Cruz do Sul.

CP

Pesquisar no site
kprixo lavagemRW AUTO SOM
CAZEARTES Palletsamgsr
mugicada paz
cine globo