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O poder do azeite!
Foto: Pixabay / Divulgação / CP
Foto: Pixabay / Divulgação / CP

Muitas propriedades são oferecidas pelo azeite de oliva. Ele faz bem para a saúde em diversos aspectos. Conforme especialistas, é rico em polifenois, que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, protegem contra alguns tipos de câncer e tem papel importante na produção de compostos que mediam a inflamação no organismo. Vale destacar que o teor de antioxidantes determina a estabilidade do azeite, ou seja, sua conservação e sua resistência. O azeite de oliva também auxilia na absorção de vitaminas lipossolúveis da dieta (vitaminas A, D, E, K), é fonte de gordura mono e poli-insaturadas, principalmente o oleico (ômega-9), que possui propriedades de reduzir concentrações sanguíneas de LDL (ou “mau” colesterol) e aumentar o HDL (“bom” colesterol). Pode ser usado nos alimentos para tempero de saladas e até no cuidado com os cabelos, pois atua como hidratante, aumentando a umectação natural dos fios.

De acordo com o presidente do Pró-Azeite, Cláudio Melillo, diversos fatores influenciam na qualidade do azeite de oliva, como a variedade da azeitona, condições climáticas na etapa de produção, tipo de solo, práticas do cultivo, estado de maturação do fruto, acidez e tempo de processamento das azeitonas após a colheita. Sendo assim, ele explica que o azeite pode ser classificado em diferentes tipos: azeite extravirgem (possui acidez menor ou igual a 0,8%), azeite virgem (boa qualidade, mas pode apresentar “defeitos” de cheiro e sabor. Apresenta acidez entre 0,8 a 2%), azeite virgem lampante (tem acidez superior a 2%. Não pode ser consumido diretamente e, como o nome diz, era usado em lamparinas).

Segundo Cláudio, os azeites de oliva extravirgem são considerados os melhores para consumo devido à baixa acidez e os benefícios para a saúde. No momento da compra, é importante verificar a data de produção e validade e deve-se preferir aqueles com embalagem de vidro escuro, pois a incidência de luz pode oxidar o óleo. Em casa, também devem ser armazenados em local escuro, longe do calor. A acidez é medida pelo teor de ácidos graxos e determina a qualidade do azeite. O nível de acidez depende de vários fatores, como as pragas que estiveram em contato com a oliveira, o clima, a manipulação das azeitonas, o processo de produção e armazenamento do azeite. Qualquer dano sofrido pela azeitona na colheita, transporte e estocagem causa alterações e aumento da acidez.

Fonte CP

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