Imb santa rosamiroAMGSRALDAIR MELCHIORppjeferson fernandesptbpsbpaulinhosindisaudesindicato dos servidores municipaisRODRIGO BURKLETODA HORAsindusconCLÍNICA DOM BOSCOSegato Pneucresolmecânica severoESCRITÓRIO ZIMMERMANNFlorence MotelCOLEGIO CONCORDIAoabamgsrSIND SERV MUNICIPAISAGRITECampliar assessoria atendimento pscicologicoposto royaleenphaseMetalurgica Marks
Concursos terão análise visual de cotistas negros
Concursos terão análise visual de cotistas negros | Foto: Reprodução / CP
Concursos terão análise visual de cotistas negros | Foto: Reprodução / CP
Portaria veta qualquer utilização de documentos ou fotos de família para comprovação da etnia

Candidatos em qualquer concurso público federal que se autodeclararem negros terão de passar obrigatoriamente por uma comissão visual para confirmar a etnia. O Ministério do Planejamento publicou nessa terça-feira uma portaria no Diário Oficial que define as diretrizes para a realização desse tipo de aferição, que passa a valer a partir de qualquer edital aberto agora. A Portaria Normativa 4 regulamenta um procedimento chamado de heteroidentificação, que é a confirmação, por meio de uma banca, de que a autodeclaração do candidato negro é verdadeira, para evitar fraudes.

As cotas raciais para concursos públicos são consideradas constitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde junho do ano passado, já com a possibilidade de adoção de critérios de identificação visual. A portaria prevê que essas bancas deverão ter cinco pessoas, além de suplentes, todas "de reputação ilibada, residentes no Brasil e que tenham participado de oficina sobre a temática da promoção da igualdade racial e do enfrentamento ao racismo". Também é um critério que esses grupos sejam formados de maneira diversa, com homens, mulheres, brancos e negros. Os currículos dos membros da comissão deverão ser publicados na internet.

A portaria veta qualquer utilização de documentos ou fotos de família para comprovação da etnia. Será considerado somente o fenótipo (aparência) do candidato. A apresentação à comissão será gravada, de modo que, caso o candidato não concorde com o resultado, poderá apresentar recurso para que outra comissão, com três pessoas, avalie o vídeo. O documento prevê também que os candidatos terão até o fim do período de inscrição do concurso para desistir de concorrer pelo sistema de reserva de vagas.

Se for comprovado que o candidato não é negro, ele perderá a vaga, mesmo que tenha nota suficiente para ser aprovado por ampla concorrência. "Não vai acontecer mais de o candidato levar foto do avô ou bisavô", diz o especialista em ações afirmativas Frei David Santos, da ONG Educafro. Polêmica Esse tipo de comissão começou a ser usado em algumas universidades federais do País, mas a ausência de uma regra geral criou uma série de críticas de especialistas.

Fonte CP

Pesquisar no site
kprixo lavagemRW AUTO SOM
CAZEARTES Palletsamgsr
mugicada paz
cine globo