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FAIXA DE “INSEGURANÇA”
 FAIXA DE  “INSEGURANÇA”
FAIXA DE “INSEGURANÇA”

Em Santa Rosa, a faixa de pedestres é quase como se fosse dos carros. Quem permanece por algum tempo próximo a alguma das sinalizações de segurança nas ruas da cidade não demora a perceber: o respeito a quem anda a pé está longe de ser uma marca da cidade.

É fácil atestar que a maior parte dos condutores ignora o pedestre que aguarda na calçada e também aqueles que já estão com o pé na faixa para atravessar, tornando-a uma verdadeira “faixa de insegurança”.

Segundo Carlos Lozekan, Diretor do Departamento de Trânsito e Mobilidade Urbana de Santa Rosa, este não é um problema só de Santa Rosa. “Mas sim um problema nacional, tanto que saiu agora no dia 06 de março uma resolução do CONTRAN, onde todos os municípios irão trabalhar o respeito com o pedestre”, destaca.

CAMPANHA “NÓS SOMOS O TRÂNSITO”
Uma hora eu sou pedestre, outra motorista. Com este foco, será dado início ainda este mês à campanha “Nós Somos o Trânsito”, onde será trabalhada a conscientização sobre o respeito ao pedestre que será feito através de campanhas, em conjunto com a Brigada Militar e o Pelotão Mirim. “Também estamos licitando para terceirizarmos a Escolinha de Trânsito, que é uma exigência por força de lei que nós tenhamos alguma coisa com educação no trânsito. Como nós não temos esta pessoa para trabalhar, iremos licitar uma empresa que tem um tecnólogo de trânsito, será um agente que irá trabalhar  a educação no trânsito”, diz Lozekan.

A campanha terá seguimento em abril. “Devo falar também nos próximos dias com o pessoal da Fenasoja para trabalharmos dentro da feira sobre o respeito ao pedestre. Estamos engajados na campanha e vamos chegar a um ponto que já estávamos uma vez, onde haviam pessoas que vinham de fora e diziam claramente que aqui os motoristas respeitam a faixa de segurança e hoje isto não acontece mais”.

A QUE SE ATRIBUI ESTE FATOR
O Secretário defende que muitos são os fatores que levam ao desrespeito. “A pessoa entra dentro do carro e esquece que dali a pouco ele também será um pedestre, a pressa de chegar, crise, intolerância, falta de paciência, uma questão cultural. Se você analisar, dentro de uma via urbana, andar a 60 ou 70 Km/h é inadmissível, a qualquer momento pode sair um cachorro ou uma criança atrás de uma bola. As pessoas não param para pensar, agem como se o carro fosse uma arma”, declara.

MAIS FAIXAS DE SEGURANÇA
“Na realidade, pelos projetos que foram aprovados no PAC, todas estas obras de asfalto exigem que cada lugar que tiver uma rua de acesso deverá ter duas faixas de segurança, se fossemos obedecer iríamos ter mais 30 faixas de segurança só na Avenida Expedicionário Weber. Por conta e risco conversamos com o fiscal da CEF, para colocarmos uma e deixar outra de fora, porque senão ninguém mais iria andar na avenida. Agora se for ao pé da letra, pelo Código de Trânsito, nós teríamos muito mais faixas de segurança. Aqui ainda podemos ir adequando para a comunidade e mesmo assim os “estressadinhos” não respeitam”, diz.

FAIXA DE INSEGURANÇA
“Esta denominação de “faixa de insegurança”, não deixa de ser uma verdade, eu mesmo não tenho a segurança de colocar o pé em uma faixa sem olhar para os dois lados e este é um alerta que eu faço, e que vamos trabalhar nas escolas, confie na faixa, mas confie desconfiando. Não entre na faixa olhando o celular, olhe para os lados, confira se o motorista te enxergou, pois se ele te viu com certeza irá te respeitar”, destaca o Secretário.

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