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“Desculpa de crise para fundir secretarias é balela”, diz Jeferson Fernandes
“Desculpa de crise para fundir secretarias é balela”, diz Jeferson Fernandes
“Desculpa de crise para fundir secretarias é balela”, diz Jeferson Fernandes

O deputado estadual Jeferson Fernandes (PT) criticou a fusão de secretarias estaduais proposta pelo governo Sartori no Projeto de Lei 247/2016. Ele estranhou que, passados dois anos, Sartori tenha apresentado proposta “característica de governo recém eleito”. “O habitual é o governante organizar a forma como quer estruturar a execução do seu projeto de gestão já no começo do mandato”, disse o petista, em manifestação durante sessão plenária, que se estendeu pela noite de segunda-feira (19).

Para o petista, é inconcebível que Sartori proponha a fusão das pastas do Turismo, da Cultura e do Desporto, por serem áreas importantes para o Estado, que demandam estruturas próprias e profissionais qualificados para a criação de políticas públicas específicas. Ele alertou que, apesar de o projeto do governo retirar a possibilidade de haver projetos próprios para cada setor, não extingue os cargos de confiança referentes às secretarias. “Há uma condensação forçada de funções e áreas que não são afins. Mas, por incrível que pareça, os CC’s persistem. Inclusive, os cargos de secretários das pastas. Portanto, é balela a desculpa de que isso servirá para o governo fazer economia”, decretou.

O parlamentar também fez duras críticas à supressão das políticas específicas para os povos rurais, afrodescendentes e indígenas das obrigações da secretaria estadual de Educação e Cultura. “É uma atrocidade contra a educação que se presta a estes públicos. Estaremos promovendo a exclusão dessas pessoas das políticas públicas necessárias”, lamentou.

Por fim, Jeferson lembrou que a criação da Secretaria de Cultura ocorreu no governo de um peemedebista, o ex-governador Pedro Simon. E argumentou que, portanto, não seria responsabilidade do PT. “É uma contradição do PMDB propor a extinção de secretarias que eles mesmos criaram. Este governo está completamente alheio ao que se conquistou ao longo dos anos. Os deputados governistas deviam ter a coragem de vir à tribuna defender esses projetos absurdos que apresentaram”, criticou.

O projeto foi aprovado por 38 votos favoráveis contra 14 contrários.

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