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AMRIGS se manifesta sobre abertura de novos cursos de medicina
(Foto Ilustrativa GOOGLE)
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Preocupação da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) com a qualidade do ensino nas faculdades de medicina ficou evidenciada com o ocorrido recente envolvendo a Uniseb, em Ijuí

A AMRIGS demonstra preocupação com a notícia da criação de novos cursos de medicina, sendo que quatro estariam localizados no Rio Grande do Sul. Em recente anúncio a Uniseb comunicou a desistência da implantação da faculdade no muncípio de Ijuí. Pertencente ao Grupo Estácio, a Universidade alegou razões técnicas, financeiras, acadêmicas e logísticas para não assinar o termo de compromisso com o Ministério da Educação.

- Nossa contrariedade não tem relação com a ampliação do número de vagas para os estudantes, mas sim com as condições oferecidas para a manutenção da excelência no ensino da especialidade médica. Por sua natureza, o médico lida com vidas e se faz indispensável que todo o processo de aprendizagem seja de excelência, não sendo, jamais, admitido que sejam criadas condições medianas para o desenvolvimento profissional daqueles que cuidarão da saúde da população no futuro - afirmou o presidente da AMRIGS, Alfredo Floro Cantalice Neto.

Para a entidade médica, o desafio é trabalhar o crescimento sustentável e de qualidade, já que a grande quantidade de alunos demanda a contratação de professores e funcionários altamente qualificados, salas adequadas para prática de anatomia e hospitais de ensino bem estruturados para o desenvolvimento prático dos temas que os estudantes aprendem na teoria.

- Convém destacar que, nos casos de faculdades públicas, há a obrigatoriedade de concurso para todas as áreas, o que requer tempo e recursos financeiros em médio e longo prazo. Essa é uma realidade muito distante da que vivemos. O que percebemos, atualmente, é a extrema dificuldade de repor o quadro atual. Diante de novos estabelecimentos, esse desafio seria ainda maior - afirmou Cantalice.

Portanto, a AMRIGS deseja que o ensino da medicina siga sempre evoluindo, mas é contra qualquer ato que coloque em risco a qualidade desse ciclo, sem a garantia, por exemplo, de professores suficientes para os acadêmicos e estrutura adequada de ensino.

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