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Infecções respiratórias matam milhões de pessoas por ano
Óbitos representam 6% do total do planeta

 

Infecções respiratórias como a gripe e outras causas de pneumonia matam 4,25 milhões de pessoas por ano no mundo, muitas delas crianças, segundo estudo divulgado nesta terça-feira, 9. Há 156 milhões de novos casos de pneumonia por ano, 97% deles nos países em desenvolvimento.
Essas infecções representam 6% de todas as mortes no planeta, de acordo com o Atlas das Infecções Respiratórias Agudas, lançado pela Fundação Mundial do Pulmão. "Sabemos que pelo menos 4 milhões morrem de infecções respiratórias agudas, mas a comunidade sanitária global nem mesmo as reconhece como um grupo distinto de doenças", disse Peter Baldini, executivo-chefe da fundação.
"Com recursos relativamente modestos, há meios disponíveis para salvar milhões de vidas. Simplesmente precisamos de compromissos, políticas sensatas e investimentos estratégicos", acrescentou em nota.
A pesquisa, disponível no endereço www.ariatlas.org, mostra que a população dos países mais pobres têm uma propensão bem maior para morrer dessas infecções. A mortalidade por pneumonia é 215 vezes maior em regiões de baixa renda do que nas de alta, por exemplo.
Nas crianças, a doença causa 20% das mortes, ou 1,6 milhão em 2008 - mais que o dobro dos 732 mil óbitos causados na infância pela malária, e muito mais que os 200 mil por aids passada de mãe para filho. 
Estadão.com

 

Infecções respiratórias como a gripe e outras causas de pneumonia matam 4,25 milhões de pessoas por ano no mundo, muitas delas crianças, segundo estudo divulgado nesta terça-feira, 9. Há 156 milhões de novos casos de pneumonia por ano, 97% deles nos países em desenvolvimento.

Essas infecções representam 6% de todas as mortes no planeta, de acordo com o Atlas das Infecções Respiratórias Agudas, lançado pela Fundação Mundial do Pulmão. "Sabemos que pelo menos 4 milhões morrem de infecções respiratórias agudas, mas a comunidade sanitária global nem mesmo as reconhece como um grupo distinto de doenças", disse Peter Baldini, executivo-chefe da fundação.

"Com recursos relativamente modestos, há meios disponíveis para salvar milhões de vidas. Simplesmente precisamos de compromissos, políticas sensatas e investimentos estratégicos", acrescentou em nota.

A pesquisa, disponível no endereço www.ariatlas.org, mostra que a população dos países mais pobres têm uma propensão bem maior para morrer dessas infecções. A mortalidade por pneumonia é 215 vezes maior em regiões de baixa renda do que nas de alta, por exemplo.

Nas crianças, a doença causa 20% das mortes, ou 1,6 milhão em 2008 - mais que o dobro dos 732 mil óbitos causados na infância pela malária, e muito mais que os 200 mil por aids passada de mãe para filho. 

 

 

Estadão.com

 

 

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